Conrado Falbo
Eu já atuava profissionalmente na área das artes e ensinando línguas e literatura quando comecei a investigar o universo do Tarot, em 2006, ao receber de presente o meu primeiro baralho
A princípio fazia tiragens para mim e para pessoas próximas, como forma de estudar e praticar
Já neste início, mesmo sem experiência nenhuma e baseando as leituras em manuais, me impressionava a enorme capacidade que as cartas tinham em se articular para revelar questões profundas sobre quem fazia as perguntas
Percebi que o Tarot funcionava como um espelho, que era uma poderosa ferramenta de autoconhecimento, e que seguir naquele caminho significaria para mim uma responsabilidade imensa
Assumir esta responsabilidade, diferentemente do que meus preconceitos me faziam imaginar, me liberou para percorrer com leveza caminhos complexos e profundos
Senti tudo isso como um reencontro, pois todo este universo me era muito familiar
Ainda precisei de quase 10 anos de práticas e muito estudo para finalmente começar a oferecer profissionalmente sessões de leitura, em 2014
Quando chegou o momento, escolhi o Tarot de Marselha como principal ferramenta de trabalho por muitos motivos – objetivos, subjetivos e intuitivos – todos eles fundamentais para o foco do meu trabalho atual: iniciar na arte da leitura das cartas pessoas que buscam aprofundar e tomar nas próprias mãos seu processo de autoconhecimento
"O Tarot é como um espelho, apenas reflete o que colocamos à sua frente e nos convida a assumir responsabilidade pelo que vemos"
Conrado Falbo